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Refrigerante Zero e Diabetes: Por que ele não deve ser sua principal escolha?

Refrigerante Zero e Diabetes: Por que ele não deve ser sua principal escolha?

Para quem convive com o diabetes, a busca por alternativas que não impactem a glicemia é constante. Nesse cenário, o refrigerante zero surge como um “porto seguro” imediato, já que não contém açúcar. Mas será que a ausência de carboidratos é o único fator que devemos considerar?

Aqui no Kuarah, acreditamos que o equilíbrio vai além da ponta de dedo. Recentemente, em esclarecimento ao DiabetesCast, a nutricionista e educadora em diabetes Maristela Struffaldi (SBD) trouxe alertas essenciais sobre o hábito de consumir essas bebidas diariamente.

O mito do “Livre de Açúcar = Saudável”

Diabetes e Alimentação

Do ponto de vista glicêmico, o refrigerante zero cumpre o que promete: ele não eleva a glicose no sangue. Porém, Maristela reforça que esse fator isolado não é o selo definitivo de saúde. “O refrigerante zero não vai gerar impacto na glicemia, mas ele é um alimento ultraprocessado”, explica a nutricionista. A bebida concentra altos níveis de sódio, corantes e aditivos químicos que exigem atenção.

O problema central não está no consumo eventual, mas na transformação da exceção em regra. Dificilmente se incentiva que uma bebida ultraprocessada, mesmo sem carboidratos, seja consumida todos os dias. O impacto metabólico pode não aparecer na glicemia imediata, mas se manifesta no efeito acumulado ao longo do tempo no organismo.

Ultraprocessados: Riscos que vão além do açúcar

Embora o refrigerante zero não altere a glicose, estudos associam o consumo frequente de ultraprocessados a piores desfechos metabólicos e cardiovasculares. Para quem tem diabetes, esse ponto é crucial, pois a saúde do coração deve ser prioridade total.

Avaliar alimentos apenas pelo efeito na glicose é um erro comum. Alimentos ricos em sódio e aditivos podem prejudicar a saúde a médio e longo prazo, mesmo mantendo o monitor de glicemia estável no momento do consumo.

Atenção especial aos pequenos

O alerta se intensifica quando o refrigerante zero faz parte da rotina de crianças. Segundo a especialista, muitas famílias acabam oferecendo a bebida como forma de hidratação, o que prejudica a educação alimentar.

“Talvez seja uma criança que consome o refrigerante para se hidratar, o que não é nada legal”, afirma Maristela.

A orientação é clara: estimular o consumo de água e bebidas com baixo teor de carboidrato, como suco de limão ou maracujá mais diluídos. Isso ajuda a criança a desenvolver o paladar para sabores naturais.

Veredito: Pode entrar na dieta?

Sim, mas como exceção. O refrigerante zero não deve substituir bebidas mais adequadas no dia a dia. Escolhas repetidas diariamente constroem a base da sua saúde futura. Priorize o que nutre o seu corpo de verdade.


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